MALWARE
O Malware, termo do inglês malicious software (software nocivo ou
software malicioso), é um software destinado
a infiltrar-se em um sistema de computador alheio de forma ilícita,
com o intuito de causar alguns danos, alterações ou roubo de informações
(confidenciais ou não). Ele pode aparecer na forma de código executável,
scripts de conteúdo ativo, e outros softwares. Malware é um termo geral utilizado para se referir a uma
variedade de formas de software hostil
ou intruso. O termo badwares é
às vezes utilizado e confundido com softwares prejudiciais
não intencionais.
HISTÓRIA
Malware inclui vírus, worms, cavalos de tróia, ransomware, spyware, adware e outros programas maliciosos. A
partir de 2011, a maioria das ameaças de malware ativos
foram worms ou cavalos de troia, em vez de vírus. Desse modo,
o malware é conhecido como contaminante de computador, como
nos códigos legais de vários estados estadunidenses. Malware é
muitas vezes disfarçado, ou encaixado dentro de arquivos não maliciosos.
Spyware é outro malware encontrado,
às vezes embutidos em programas fornecidos oficialmente pelas empresas, por
exemplo, por download a partir de sites, que
parece útil ou atraente, mas pode ter a funcionalidade de rastreamento
adicional oculto, que reúne estatísticas de marketing. Um exemplo
desse software, que foi descrito como ilegítimo, é o rootkit da Sony, um trojan embutido
em CDs vendidos pela Sony, que silenciosamente instalam-se e ocultam-se em
computadores, com a intenção de evitar a cópia ilegal. Também informam sobre
hábitos dos usuários, e criam vulnerabilidades que foram exploradas pormalwares relacionados.
O termo malware só se aplica a software que
intencionalmente cause danos. Software que causa danos devido a erros ou má
concepção não são classificados como malware, por exemplo, algum software
legítimo escrito antes do ano 2000 teve erros que causaram avarias graves
quando ocorreu a mudança do ano 1999-2000, esses programas não são considerados
malware.
Softwares como antivírus, anti-malware, e firewalls são
utilizados por usuários domésticos e organizações para tentarem se proteger
contra ataques malwares. A partir de 2012, aproximadamente 60 a 70
por cento de todo o malware ativo é usado em algum tipo de
fraude de cliques para rentabilizar sua atividade.
PROPORÇÃO
Muitos programas infecciosos criados, incluindo o
primeiro worm, foram escritos como experimentos ou travessuras.
Hoje, malware é usado por hackers de chapéu
preto e governos, para roubar informações pessoais e ou financeiras.
Malware é por vezes
utilizado amplamente contra sites do governo ou das empresas
para coletar informações guardadas, ou de perturbar seu funcionamento em geral.
Entanto, o malware é muitas vezes usado contra indivíduos para
obter informações como números de identificação pessoal ou detalhes, números
bancários ou de cartão de crédito e senhas. Computadores desprotegidos,
pessoais e de rede no país podem estar em risco considerável contra essas
ameaças. (Estes são frequentemente defendidos por vários tipos de firewall,
software antivírus, e hardware de rede).
Desde o surgimento de um acesso generalizado à
Internet de banda larga, o software malicioso foi mais
freqüente projetado ao lucro. Desde 2003, a maioria dos vírus e worms gerados
foram projetados para assumir o controle de computadores dos usuários para fins
ilícitos e, depois de infetados, os "computadores zumbis" são
usados para enviar spams, hospedar dados de contrabando (como a
pornografia infantil), ou se engajar em ataques distribuídos de negação de
serviço, como uma forma de extorsão.
Os programas desenvolvidos para monitorar a navegação
na web dos usuários, exibir propagandas não solicitadas, ou redirecionar
receitas de marketing de afiliados são chamados de spyware.
Os spywares não se espalham como vírus; em vez disso, são
geralmente instalados através da exploração de falhas de segurança. Eles também
podem ser embalados em conjunto com software instalado pelo usuário, tais como
aplicações peer-to-peer.
Ransomware afeta um computador infetado, de alguma forma, e exige o pagamento
para reverter os danos. Por exemplo, programas como o CryptoLocker criptografa
arquivos de forma segura, e apenas decifra-os mediante o pagamento de uma
quantia substancial de dinheiro.
PROTEÇÃO
Os programas antivírus e antispyware são algumas das ferramentas
mais comuns para prevenir que estes tipos de programas entrem no computador e o
danifiquem. O utilitário analisa um programa de computador antes de executá-lo
e encerra-o se reconhecer uma "assinatura" de um código
mal-intencionado. Muitos antivírus também avaliam os programas para determinar
se eles contêm quaisquer características relacionadas a vírus.
Principais tipos de
malwares
·
Vírus: Propaga-se infectando cópias de si
mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos de um computador. O
vírus depende da execução dos arquivos hospedeiros para que possa se tornar
ativo e continuar o processo de infecção. Muitas vezes, recebemos um ou
mais e-mails de origens que não conhecemos: nunca se deve
abrir esses e-mails, pois podem conter vírus e, uma vez abertos, o
vírus automaticamente propaga-se por todo o computador. Intenção de destruir,
danificar...
·
·
Worm: Capaz de se propagar automaticamente
através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador.
Diferente do vírus, o worm não embute cópias de si mesmo em
outros programas ou arquivos, e não necessita ser executado para se propagar. A
sua propagação dá-se através da exploração de vulnerabilidades existentes ou
falhas na configuração de softwares instalados em
computadores.
·
·
Trojan (ou cavalo de
troia): Passa-se por "presente" (cartões virtuais, álbum de
fotos, protetor de tela, jogo, etc.) que, além de executar funções às quais foi
aparentemente projetado, também executa outras funções, normalmente maliciosas
e sem o conhecimento do usuário.
·
Keylogger: Captura e armazena as teclas digitadas
pelo usuário no teclado do computador. Normalmente, a ativação é condicionada a
uma ação prévia do usuário, por exemplo, após o acesso a um e-commerce ou Internet Banking, para captura de senhas bancárias ou números de
cartões de crédito.
·
Screenlogger: Forma avançada
de keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela
apresentada no monitor, nos momentos em que o mouse é clicado.
·
Spyware: Tem objetivo de monitorar atividades
de um sistema e enviar as informações a terceiros. Podem ser usados de forma
legítima, mas geralmente, são usados de forma dissimulada, não autorizada e
maliciosa. (Espião).
·
Adware: Projetado para apresentar propagandas. É comum aparecerem na hora de
instalar um programa.
·
Backdoor: Permite a um invasor retornar a um
computador comprometido. Normalmente, este programa é colocado de forma a não
ser notado, conhecido vulgarmente por "PORTA DOS FUNDOS";
·
Exploits: Projetado para
explorar uma vulnerabilidade existente em um software de
computador;
·
Sniffers: Usado a capturar e
armazenar dados trafegando em uma rede de computadores. Pode ser usado por um
invasor para capturar informações sensíveis (como senhas de usuários), em casos
onde esteja sendo utilizadas conexões sem criptografia. Deixa a placa de rede
em modo promíscuo.
·
Port Scanners: Para efetuar
varreduras em redes de computadores, com o intuito de identificar quais
computadores estão ativos e quais serviços estão sendo disponibilizados por
eles. Amplamente usados por atacantes para identificar potenciais alvos, pois
permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um
computador;
·
Bot: Além de incluir funcionalidades de worms, dispõe de
mecanismos de comunicação com o invasor, permitindo que o programa seja
controlado remotamente. O invasor, ao se comunicar com o bot, pode
orientá-lo a desferir ataques contra outros computadores, furtar dados, enviar spam, etc;
·
Rootkit: Conjunto de programas com o fim de
esconder e assegurar a presença de um invasor em um computador comprometido.
Apesar do nome "rootkit", não é usado para obter acesso
privilegiado (root ou administrador) em um computador, mas sim para
manter o acesso privilegiado em um computador previamente comprometido.
·
Quantum: Cria site falso para implantar sistemas - usado pelo GCHQ na Vigilância de
Computadores e Redes
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