segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Tim Berners-Lee


Timothy John Berners-Lee  (Londres8 de junho de 1955) é um físico britânico, cientista da computação e professor do MIT. É o criador da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores - Internet), tendo feito a primeira proposta para sua criação a 25 de março de 1989. Em 25 de dezembro de 1990, com a ajuda de Robert Cailliau e um jovem estudante do CERN, implementou a primeira comunicação bem-sucedida entre um cliente HTTP e o servidor através dainternet.
Berners-Lee é o diretor do World Wide Web Consortium (W3C), que supervisiona o desenvolvimento continuado da web. Também é o fundador da Fundação World Wide Web e é um pesquisador sênior e titular e fundador da cadeira de 3Com no Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação do MIT (CSAIL). É um diretor da The Web Science Research Initiative (WSRI) e um membro do conselho consultivo do Centro de Inteligência Coletiva do MIT. Em abril de 2009, foi eleito como membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, sediada em Washington, D.C.
Em 2004, Timothy venceu o Millennium Technology Prize, o que lhe rendeu um milhão de euros.

Vida e carreira


Berners-Lee nasceu em LondresInglaterra, filho de Conway Berners-Lee e Mary Lee Woods. Estudou na escola primária Sheen Mount e depois na Emanuel School em Londres, de 1969 a 1973. Depois estudou no The Queen's College, em Oxford, de 1973 a 1976, onde diplomou-se em Física.
Enquanto atuava como um contratante independente no CERN, de junho a dezembro de 1980, Berners-Lee propôs um projeto baseado no conceito de hipertexto para facilitar a partilha e atualização de informações entre os pesquisadores. Enquanto isso, ele construiu um protótipo de sistema denominado ENQUIRE. Depois de deixar o CERN, em 1980, foi trabalhar na John Poole's Image Computer Systems, Ltd, em Bournemouth, na Inglaterra, mas retornou ao CERN em 1984 como efetivo. Em 1989, o CERN foi o maior nó da internet na Europa, e Berners-Lee viu a oportunidade de unir hipertexto com internet: "Eu só precisei tomar a ideia de hipertexto e conectá-la às ideias de Transmission Control Protocol e Domain Name System e - ta-da! - a World Wide Web". Ele escreveu a sua proposta inicial em março de 1989, e em 1990, com a ajuda de Robert Cailliau, produziu uma revisão que foi aceita pelo seu empresário, Mike Sendall. Ele usou ideias semelhantes àquelas subjacentes ao sistema ENQUIRE para criar a World Wide Web, para o que ele projetou e construiu o primeiro navegador da Web, que também funcionava como um editor (WorldWideWeb, rodando no sistema operacional NEXTSTEP) e o primeiro servidor Web, o CERN http(abreviação para HyperText Transfer Protocol ).

O primeiro site foi construído no CERN e foi posto on line em 6 de agosto de 1991. Info.cern.ch foi o endereço do primeiro web site e servidor web da história, rodando em um computador NeXT no CERN. O primeiro endereço de página web foihttp://info.cern.ch/hypertext/WWW/TheProject.html, centrada em informações sobre o projeto WWW. Visitantes poderiam aprender mais sobre hipertexto, detalhes técnicos para a criação de sua própria página web e até mesmo uma explicação sobre como pesquisar a Web para obter informações. Não há imagens da tela desta página original e, em qualquer caso, alterações foram feitas diariamente com a informação disponível na página WWW quando o projeto desenvolveu-se. Pode-se encontrar uma cópia mais tardia (1992) no website do World Wide Web Consortium. Havia uma explicação sobre o que a World Wide Web era e como alguém poderia usar um browser e configurar um servidor web.[


Em junho de 2009, o primeiro-ministro Gordon Brown anunciou que Berners-Lee iria trabalhar com o governo britânico para ajudar a tornar os dados mais abertos e acessíveis na Web, com base no trabalho da Força-Tarefa de Poder da Informação Task Force.
Foi também uma das vozes pioneiras em favor da neutralidade da rede e manifestou a opinião de que provedores devem fornecer "conectividade sem restrições", e não deveriam nem controlar nem monitorar as atividades dos navegadores dos clientes sem o seu consentimento expresso.
Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.

O primeiro Website


O primeiro website que Tim Berners-Lee construiu - inicialmente unicamente com página de texto - foi no CERN e foi colocada online em7 de agosto de 1991. Oferecia uma explicação sobre o que a World Wide Web era, como alguém poderia criar um navegador, como instalar e configurar um servidor web, e assim por diante. Foi também o primeiro diretório

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

MALWARE


O Malware, termo do inglês malicious software (software nocivo ou software malicioso), é um software destinado a infiltrar-se em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar alguns danos, alterações ou roubo de informações (confidenciais ou não). Ele pode aparecer na forma de código executável, scripts de conteúdo ativo, e outros softwares. Malware é um termo geral utilizado para se referir a uma variedade de formas de software hostil ou intruso. O termo badwares é às vezes utilizado e confundido com softwares prejudiciais não intencionais.
HISTÓRIA
Malware inclui víruswormscavalos de tróiaransomwarespywareadware e outros programas maliciosos. A partir de 2011, a maioria das ameaças de malware ativos foram worms ou cavalos de troia, em vez de vírus. Desse modo, o malware é conhecido como contaminante de computador, como nos códigos legais de vários estados estadunidenses. Malware é muitas vezes disfarçado, ou encaixado dentro de arquivos não maliciosos.
Spyware é outro malware encontrado, às vezes embutidos em programas fornecidos oficialmente pelas empresas, por exemplo, por download a partir de sites, que parece útil ou atraente, mas pode ter a funcionalidade de rastreamento adicional oculto, que reúne estatísticas de marketing. Um exemplo desse software, que foi descrito como ilegítimo, é o rootkit da Sony, um trojan embutido em CDs vendidos pela Sony, que silenciosamente instalam-se e ocultam-se em computadores, com a intenção de evitar a cópia ilegal. Também informam sobre hábitos dos usuários, e criam vulnerabilidades que foram exploradas pormalwares relacionados.
O termo malware só se aplica a software que intencionalmente cause danos. Software que causa danos devido a erros ou má concepção não são classificados como malware, por exemplo, algum software legítimo escrito antes do ano 2000 teve erros que causaram avarias graves quando ocorreu a mudança do ano 1999-2000, esses programas não são considerados malware.
Softwares como antivírus, anti-malware, e firewalls são utilizados por usuários domésticos e organizações para tentarem se proteger contra ataques malwares. A partir de 2012, aproximadamente 60 a 70 por cento de todo o malware ativo é usado em algum tipo de fraude de cliques para rentabilizar sua atividade.

PROPORÇÃO
Muitos programas infecciosos criados, incluindo o primeiro worm, foram escritos como experimentos ou travessuras. Hoje, malware é usado por hackers de chapéu preto e governos, para roubar informações pessoais e ou financeiras.
Malware é por vezes utilizado amplamente contra sites do governo ou das empresas para coletar informações guardadas, ou de perturbar seu funcionamento em geral. Entanto, o malware é muitas vezes usado contra indivíduos para obter informações como números de identificação pessoal ou detalhes, números bancários ou de cartão de crédito e senhas. Computadores desprotegidos, pessoais e de rede no país podem estar em risco considerável contra essas ameaças. (Estes são frequentemente defendidos por vários tipos de firewall, software antivírus, e hardware de rede).
Desde o surgimento de um acesso generalizado à Internet de banda larga, o software malicioso foi mais freqüente projetado ao lucro. Desde 2003, a maioria dos vírus e worms gerados foram projetados para assumir o controle de computadores dos usuários para fins ilícitos e, depois de infetados, os "computadores zumbis" são usados para enviar spams, hospedar dados de contrabando (como a pornografia infantil), ou se engajar em ataques distribuídos de negação de serviço, como uma forma de extorsão.
Os programas desenvolvidos para monitorar a navegação na web dos usuários, exibir propagandas não solicitadas, ou redirecionar receitas de marketing de afiliados são chamados de spyware. Os spywares não se espalham como vírus; em vez disso, são geralmente instalados através da exploração de falhas de segurança. Eles também podem ser embalados em conjunto com software instalado pelo usuário, tais como aplicações peer-to-peer.
Ransomware afeta um computador infetado, de alguma forma, e exige o pagamento para reverter os danos. Por exemplo, programas como o CryptoLocker criptografa arquivos de forma segura, e apenas decifra-os mediante o pagamento de uma quantia substancial de dinheiro.

PROTEÇÃO
Os programas antivírus e antispyware são algumas das ferramentas mais comuns para prevenir que estes tipos de programas entrem no computador e o danifiquem. O utilitário analisa um programa de computador antes de executá-lo e encerra-o se reconhecer uma "assinatura" de um código mal-intencionado. Muitos antivírus também avaliam os programas para determinar se eles contêm quaisquer características relacionadas a vírus.

Principais tipos de malwares
·  Vírus: Propaga-se infectando cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos de um computador. O vírus depende da execução dos arquivos hospedeiros para que possa se tornar ativo e continuar o processo de infecção. Muitas vezes, recebemos um ou mais e-mails de origens que não conhecemos: nunca se deve abrir esses e-mails, pois podem conter vírus e, uma vez abertos, o vírus automaticamente propaga-se por todo o computador. Intenção de destruir, danificar...
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·  Worm: Capaz de se propagar automaticamente através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador. Diferente do vírus, o worm não embute cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, e não necessita ser executado para se propagar. A sua propagação dá-se através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em computadores.
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·  Trojan (ou cavalo de troia): Passa-se por "presente" (cartões virtuais, álbum de fotos, protetor de tela, jogo, etc.) que, além de executar funções às quais foi aparentemente projetado, também executa outras funções, normalmente maliciosas e sem o conhecimento do usuário.
·  Keylogger: Captura e armazena as teclas digitadas pelo usuário no teclado do computador. Normalmente, a ativação é condicionada a uma ação prévia do usuário, por exemplo, após o acesso a um e-commerce ou Internet Banking, para captura de senhas bancárias ou números de cartões de crédito.
·  Screenlogger: Forma avançada de keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela apresentada no monitor, nos momentos em que o mouse é clicado.
·  Spyware: Tem objetivo de monitorar atividades de um sistema e enviar as informações a terceiros. Podem ser usados de forma legítima, mas geralmente, são usados de forma dissimulada, não autorizada e maliciosa. (Espião).
·  Adware: Projetado para apresentar propagandas. É comum aparecerem na hora de instalar um programa.
·  Backdoor: Permite a um invasor retornar a um computador comprometido. Normalmente, este programa é colocado de forma a não ser notado, conhecido vulgarmente por "PORTA DOS FUNDOS";
·  Exploits: Projetado para explorar uma vulnerabilidade existente em um software de computador;
·  Sniffers: Usado a capturar e armazenar dados trafegando em uma rede de computadores. Pode ser usado por um invasor para capturar informações sensíveis (como senhas de usuários), em casos onde esteja sendo utilizadas conexões sem criptografia. Deixa a placa de rede em modo promíscuo.
·  Port Scanners: Para efetuar varreduras em redes de computadores, com o intuito de identificar quais computadores estão ativos e quais serviços estão sendo disponibilizados por eles. Amplamente usados por atacantes para identificar potenciais alvos, pois permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um computador;
·  Bot: Além de incluir funcionalidades de worms, dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor, permitindo que o programa seja controlado remotamente. O invasor, ao se comunicar com o bot, pode orientá-lo a desferir ataques contra outros computadores, furtar dados, enviar spam, etc;
·  Rootkit: Conjunto de programas com o fim de esconder e assegurar a presença de um invasor em um computador comprometido. Apesar do nome "rootkit", não é usado para obter acesso privilegiado (root ou administrador) em um computador, mas sim para manter o acesso privilegiado em um computador previamente comprometido.
·  Quantum: Cria site falso para implantar sistemas - usado pelo GCHQ na Vigilância de Computadores e Redes